(Forever) Teenage Dirtbag

yound adult na tarefa árdua de tentar ser alguma coisa de jeito.

2021

Foi ano de:


- Lid, Lid, Lid e que bem que soube.


- Pegar numa autocaravana e fazer dela casa com as minhas melhores amigas durante 9 dias. Foi sem dúvida o ponto alto deste ano. A aventura que marca 2021.


- Maneskin como a grande paixão musical. Mas também Arctic Monkeys, Billie Eilish, The Weeknd e Wet Bed Gang (aquele álbum espetacular no início do ano em plena quarentena).


- Apanhar covid.


- Deixar de roer as unhas (uma vez mais na vida).


- De ter posts em destaque várias vezes, inclusivamente na homepage do Sapo (e tenho para mim que um dia muito no futuro ainda hei-de dizer às amigas que a foto em destaque é delas).


- Inscrever-me no ginásio, adorar Pro-fight e ficar muito contente por receber como prenda de natal umas luvas de boxe.


- Teletrabalho que faz lembrar as épocas de adolescente onde os horários eram relativos, adormecia com o PC na cama a ver séries, fazia desporto na sala e demorava mais de meia hora para me levantar.


- Um grande salto profissional. Passar de Assistente para Gestora de Produto, solidificar a minha presença na empresa juntos dos grandes, passar a ir às reuniões de Qualidade, passar de um dpto de pessoa única a trabalhar em equipa, dar formação, ir à Feira de Madrid e tantas outras coisas que foram acontecendo e me realizaram dia após dia.


- Dexter, Dexter, Dexter.


- Visitar a costa vicentina duas vezes.


- Ir aos Açores, a Esposende, à Serra da Estrela, a Viseu e à Nazaré.


- Ver apenas dois espetáculos de stand-up: Boémio do Sinel e We will always have standup do Salvador.


- Ir ver o Luccas Neto com a sister e emocionar-me com a alegria das crianças (porque hormonas e enfim foi bonito de sentir). Fica a expressão "público mais jovem" e os constantes acenos e beijinhos para a multidão.


- O meu irmão sair casa e ficar a viver sozinha com a minha mãe.


- Fazer videochamadas com a minha Fofinha e apaixonar-me incrivelmente por ela. Eu sei, é estranho dizer que me apaixonei pela gata que tenho há quinze anos mas ter passado por aquele contratempo em março e vê-la tão frágil, fez-me ganhar um amor grande, enorme mesmo, por ela que se mantém a cada dia. Trocamos carinhos e brincadeiras diariamente e a Fofinha é a principal razão pela qual tenho ânsias de voltar a casa. O meu ano em fotos no telemóvel é só Fofinha e espero que assim seja no próximo, e no próximo, e no próximo.

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